Dragões de Éter Vol. II : Corações de Neve

Olá nerds! Depois de umas boas férias nós estamos de volta. Provavelmente ainda num ritmo lento, porque ainda é verão e temos que aproveitar né?! Mas não aguentamos ficar muito longe do blog, então cá estamos. E hoje vou falar novamente da série Dragões de Éter. Eu já falei sobre ela no post 3 Motivos Para Você Ler Dragões de Éter, que foi até reblogado no blog oficial do autor Raphael Draccon. Naquela época eu tinha lido apenas o primeiro livro, então lá estão basicamente as coisas que me agradaram e muito no primeiro livro, e no universo em geral, porém hoje vou analisar apenas o segundo volume. Chega de papo e vamos ao post!

A história se passa seis meses após o primeiro livro. Ele segue o mesmo esquema do volume anterior. Vários protagonistas, e os capítulos ficam alternando entre eles. Uma coisa que achei diferente neste livro foi que ele contém (alguns) capítulos “grandes”, por assim dizer, já que no primeiro livro todos eram bem pequenos. Mas o livro continua, em sua maioria, composto por capítulos pequenos. Não que isso seja um defeito, pois assim o livro se torna bem agradável e nem um pouco cansativo de ler.

O segundo livro contém os mesmos pontos fortes, como as referências, o tipo de linguagem e tudo o mais. Mas ele também trás algumas novidades. Em Corações de Neve nós conhecemos o outro continente, o Nascente. Bem, na verdade conhecemos pessoas de lá, quem vem para o continente do Ocaso. E isso me lembrou bastante as Crônicas de Nárnia, onde as pessoas do outro continente são equivalentes aos orientais, no estilo Aladin. Em Dragões de Éter é a mesma coisa.

Neste livro conhecemos também os outros Reis, e vemos que vários deles são alguns contos de fada, como A Bela e a Fera, ou aA Bela Adormecida. Algo que me decepcionou um pouco foi que este volume não possui o mapa do mundo. Porque quando começaram a aparecer os reis, e também uma trama que envolvia as fronteiras dos reinos, eu fiquei com vontade de ver isto no mapa, mas simplesmente não tinha. E como eu estava viajando, não podia olhar o mapa no Volume Um. Sério, por que não colocaram o mapa? Isso não faz sentido!

O que eu mais gostei neste segundo volume foi que o autor realmente conseguiu passar a emoção para o leitor. Eu me senti dentro daquele universo, e realmente assistia às lutas do Punho de Ferro, o campeonato mundial de pugilismo. E a ideia de os leitores serem os semideuses que dão forma aquela história, fazendo cada experiência Única é incrível! Também fiquei triste ou revoltado com certos acontecimentos. Espero que o terceiro volume tenha momentos tão emocionantes quanto o segundo.

E o que eu achei o maior defeito é que, para termos uma boa história (na maioria das vezes) precisamos de um conflito, um sentido de urgência, um problema a ser resolvido. Entretanto, durante os dois primeiros atos do livro, a única coisa que realmente acontece e se desenvolve é o Punho de Ferro, e as outras tramas vão andando a passos leeeentos. Sendo todas resolvidas as pressas no último ato. Tem até alguns conflitos que Surgem e são Resolvidos no último ato!

Mas ainda assim o livro é uma grande história. Assim que eu ler o terceiro volume eu posto o que achei aqui pra vocês. Por hoje foi isso pessoal. Comente o que achou, e não esqueça de nos ajudar compartilhando no facebook ou onde mais que vocês queiram. Deem um like na nossa page e voltem sempre!

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