O Espadachim de Carvão Que Não Pega Fogo

Olá nerds! Andamos um pouco parados… pera! Isso não faz sentido! Se andamos não estamos parados! Então vamos continuar andando. Hoje junto com o rei dos escritores livro de fantasia de um ótimo autor brasileiro chamado Affonso Solano. Já falamos aqui de Dragões de Éter (que já estou no terceiro livro, então post em breve). E é ótimo ver que o universo literário fantástico do nosso país está se tornando fantástico! (ok, essa foi horrível). Bem, vamos ao resuminho!

“KURGALA É UM MUNDO abandonado por Quatro deuses. Adapak é filho de um deles.

E agora ele está sendo caçado

Perseguido por um misterioso grupo de assassinos, o jovem de pele cor de carvão se vê obrigado a deixar a ilha sagrada onde cresceu e a desbravar um mundo hostil e repleto de criaturas exóticas. Munido de sabedoria ímpar, mas dotado de uma inocência rara, ele agora precisará colocar em prática todo conhecimento que adquiriu em seu isolamento para descobrir quem são seus inimigos. Mesmo que isso possa comprometer alguns dos segredos mais antigos de Kurgala”

O Espadachim de Carvão, assim como em Dragões de Éter, apresenta referências ao nosso mundo, mas muito mais sutis. Como alguns nomes por exemplo. Ele também possui uma linguagem fácil e uma leitura fluida, que se torna rápida ao longo de suas páginas, que não chegam a trezentas.

Mas algo bem interessante é que (não que eu conheça profundamento o Affonso Solano, mas o conheço de seus casts no MRG) pode-se notar Muito de Affonso em Adapak. Onde o crescimento do espadachim representa o seu amadurecimento, e a saudade que sente de seus entes, de bolos de geleia, dos livros da infância, e de quando saiu de sua “caverna”. E aí está outra referência, e talvez a mais importante de todas, o Mito da Caverna de Platão! Se não conhece, vá conhecer!

Affonso Solano

A única ressalva que eu tenho quanto ao livro é que o escritor criou diversas raças para o seu universo (aliás, existe uma ótima explicação para tantas raças), e elas são bem diferentes, algumas chegam a lembrar raças já existentes em outros universos, mas não são aquelas de sempre, como elfos e orcs. A única tradicional são os humanos. Mas, enfim, o problema é que são raças muito estranhas com nomes estranhos, e no meio do livro tinham tantas raças que quando ele descrevia um personagem e dizia “entrou um NOMEDEBIXOESTRANHO” eu não sabia se tinha que imaginar os de cabeça triangular, ou se eram os peludões, haha (quem ler vai entender).

O final também não foi assim, uma maravilha, mas o livro não se propõe a ser uma super trama cheio de plot twists (pelo menos, não me pareceu), então achei o final bem bom. E esse ano sai a continuação! Eu recomendo muito que leiam, e estou aguardando ansiosamente o próximo. Por hoje foi isso. Fiquem ligados para próximos posts.

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