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Olá nerds! Neste fim de semana eu li Clube da Luta, um dos melhores livros que já virou filme! Hehehe. Vocês devem conhecer o famoso filme com Brad Pitt e Edward Norton, que explodiu cabeças e incitou muitos jovens revolucionários de sofá. Hoje eu vou falar um pouco sobre esta obra sensacional, e também fazer algumas comparações entre o filme e o livro, mas não esperem nenhum VS Time.

O livro é em primeira pessoa e acompanha… bem… o protagonista. É meio estranho mas sim, o personagem principal não tem nome. Ou melhor dizendo, seu nome verdadeiro não aparece nunca. Ele trabalha em uma empresa de seguros, é um solteirão na casa dos 30 que sofre de uma insônia terrível, e vive boa parte do dia no “modo zumbi” e chega a ter apagões. A única coisa que o faz relaxar é ir à grupos de autoajuda. Grupos de pessoas com câncer, com parasita, coisas assim. Pessoas que estão prestes a morrer.

Nesse meio tempo ele conhece duas pessoas que mudariam seu destino para sempre. Marla Singer, uma mulher que começa a frequentar os mesmos grupos que ele. Mas ele sabe que ela é mentirosa, como ele, pois ela vai a todos os grupos. A segunda pessoa é Tyler Durden, que trabalha com projetores de cinema e de garçom. Um dia seu apartamento exploda (sabe-se lá porque) e ele tem que ir morar com Durden. Juntos eles montam o Clube da Luta, que ocorre uma vez por semana no porão de um bar.

Mas, o importante neste livro, não é o clube, não são as regras ou a história em si. Os homens do livro frequentam o clube pois sua vida é um lixo, em cubículos, com chefes chatos e pessoas arrogantes. Eles não eram ninguém, mas no Clube eles tem a chance de se tornar heróis, de ter seu momento de glória. Se desprender de seus empregos, famílias e catálogos de móveis chiques, para viver!

Este é o ponto principal do livro. É claro que não precisamos tentar acabar com a sociedade moderna ou ficar se agredindo fisicamente para sermos felizes, mas algumas vezes temos que nos esquecer do que é supérfluo e focar no que nos faz sentir vivo. Para os personagens de Chuck Palahniuk, eram as lutas, mas para você pode ser ir assistir um filme, praticar um esporte, jogar RPG ou seja lá o que for. Junte-se com seus amigos, “monte um clube”, e viva! Senão você morrerá sem ter vivido nada!

Tanto o livro quanto o filme são ótimos. Para quem gosta de apenas uma dessas mídias, é indispensável, e para quem gosta das duas, sugiro que leiam o livro e vejam o filme. A história nos dois é a mesma, mudando poucas cenas e detalhes, com exceção do  fim, que tem uma leve diferença. O filme é um pouco mais “redondo”, porém o livro mostra dentro da cabeça do nosso protagonista, mais do que no filme, o que é incrível.

E para aqueles que não gostam nem de filmes, nem de livros… Céus! O que estão fazendo aqui?! Huahahaha. Por hoje foi isso. Não esqueçam de dar um like na nossa page . Até mais e volte sempre. Fui!

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No Labirinto do Minotauro: Morte

Daee galera, hoje falaremos sobre a morte (muahahahaha). Talvez vocês estejam se perguntando, morte morte, ou aquela morte com um manto preto e uma foice? Morte morte. Existem muitas teorias sobre o que acontece conosco depois que morremos, muitas frases e muitos textos que dizem o porque do valor da morte, enfim, existem muitas coisas sobre a morte.

Uma coisa que todos devemos levar em conta, é que um dia vamos morrer, isso é certo, porem é impossível saber como ou quando, por isso devemos nos divertir, sem muitas preocupações, como dizia o Bob Marley: “Não leve a vida tão a sério, você não vai sair vivo dela mesmo.”.

O que as pessoas não entendem é que a morte não é uma coisa ruim, sem ela haveria super-população, dores que nunca terminariam, não estou dizendo que devemos nos matar, apenas que devemos aceitar a morte.

Apesar de muitas pessoas dizerem que querem morrer, no momento que se fica de frente com a morte, todos mudam de ideia, desistir da vida não é algo natural, e quando alguém se mata, a pessoa realmente tem problemas psicológicos. Teve aquela garota, a Amanda Todd, ela se matou, mas é que ela sofreu tanto, que ela não aguentou mais, começou a “enlouquecer” e se matou, pois ninguém se mata em sã conciensia.

Na verdade, alem de tudo, não podemos dizer se viver pra sempre é bom ou ruim, ninguém teve essa experiencia ainda e como disse Aquiles no filme Troia: “ Os deuses nos invejam, pois somos mortais, tudo é passageiro, por isso cada momento é especial.”

Uma coisa é certa, grande parte do medo de morrer vem do fato de não saber o que vai acontecer depois, algo que pode provar isso é que nas culturas que se tem uma ideia de pós vida, esse medo é menor.

Eu, particularmente, não tenho nenhuma ideia do que poderá acontecer após a morte, sera como dormir eternamente (gosto dessa idéia)? Iremos para o céu ou inferno? Iremos para o tártaro? Quem é que sabe? O fato de não se saber isso é o que causa tanto medo.

São muito interessante as crenças que existiam ou ainda existem sobre o que acontece depois que você morre, por exemplo, os Egípcios mumificavam seus mortos e enterravam junto com todos os seus bem e um livro sobre o que fazer ao encontrar o deus da mote, e colocavam dentro de uma piramide, pois achavam que ele precisaria disso na outra vida. Pode até parecer uma crença ridícula  mais é tão verdade quanto a que iremos para o céu se fizermos coisas boas e pro inferno se fizermos coisas ruins.

Eu acho que devemos parar de pensar em o que ira acontecer depois de morrermos e nos focarmos na vida, viver bem, fazer oque gosta, matar as pessoas que visitam seu labirinto, coisas que te deixam felizes.

Agora, boa sorte para sair do labirinto, se não morrerão mais cedo do que desejam, adeus.